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AGRO E INDUSTRIA

SENAR-SP promove programa de capacitação para aproveitamento da energia solar

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O Serviço Nacional de Aprendizagem Rural (SENAR-SP) lançará, em maio o programa “Energia solar fotovoltaica” com a finalidade de incentivar os produtores rurais a instalar esse sistema de captação de energia em suas propriedades, assim reduzindo os custos com eletricidade. Com duração de apenas um dia, o curso fornecerá todas as informações para o participante conhecer a fundo o sistema de geração de energia solar, saber como implementá-la e obter vantagens econômicas, além das linhas de crédito disponíveis para o financiamento da implantação.

Marco Antônio de Oliveira, da Divisão Técnica do SENAR-SP, destaca a importância da energia solar hoje, especialmente para o pequeno produtor rural. “A energia elétrica é usada de diversas formas nas fazendas, como em uma picadeira de cana, um moinho de cereais para preparo de ração dos animais, na bomba para pressurização de água na irrigação, na refrigeração e muitas outras atividades”, diz. Seja para uso residencial ou nas atividades produtivas, o consumo de energia elétrica impacta nos custos, por isso é cada vez maior a busca por fontes alternativas de energia.

Hoje, há uma diversidade de opções, como o biodiesel, a biomassa, energia eólica e energia solar fotovoltaica. No Estado de São Paulo, considerando as características climáticas, esta última tem se revelado uma ótima alternativa. E o melhor é que implantar esse sistema é bem mais barato do que há alguns anos.

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Marco Antônio ressalta uma das principais vantagens para o pequeno produtor ter uma usina fotovoltaica em suas terras. “Este sistema pode ser instalado também em pequenas propriedades, tornando uma fazenda quase totalmente autossuficiente em termos de energia elétrica”, afirma. Nas usinas fotovoltaicas, as placas captam a energia solar, que é transformada em energia elétrica em um gerador, para então abastecer máquinas e equipamentos na própria fazenda. Mas pode ser enviada também para a rede elétrica nacional, caso a energia produzida seja em maior volume do que a demanda.

No Programa do SENAR-SP, o participante conhece os benefícios, vantagens e desvantagens entre os sistemas on grid e off grid – duas formas diferentes de armazenamento da energia – e aprende a identificar qual a mais indicada para a sua propriedade, bem como as normas técnicas para implantação. Aprende ainda a calcular o consumo em KWH (Quilowatt-hora) em relação à necessidade de captação, a viabilidade financeira para introduzir o projeto em sua propriedade, e como avaliar os contratos e garantias na hora de selecionar o melhor fornecedor para instalação e manutenção das placas fotovoltaicas. Durante o curso, o aluno vai conhecer um sistema off grid em funcionamento que será montado para demonstração na prática.

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Outro aspecto importante abordado no Programa do SENAR-SP são as linhas de crédito à disposição para tornar viável economicamente a instalação dos equipamentos. Para tanto, um representante de instituição financeira local convidado irá esclarecer todas as dúvidas e auxiliar os participantes em relação a financiamentos.

Agora é o momento ideal para investir em energia fotovoltaica devido também ao novo marco regulatório de Geração Distribuída (GD) – que é a energia elétrica gerada no local de consumo ou próximo a ele, a partir de fontes de energia renováveis. Novos usuários que implementarem a GD até 06/01/2023 ficarão isentos de cobranças de algumas tarifas. Implementar a captação de energia solar e participar do sistema de Geração Distribuída se traduz em economia para o produtor rural, pois a redução na conta de luz pode chegar a 90%.

Empregar recursos alternativos de energia é uma maneira de modernizar a produção rural, em harmonia com os conceitos atuais de sustentabilidade, ajuda a aumentar a oferta de energia do País e a aliviar os efeitos da crise hídrica no setor elétrico.

Outras informações acesse o Portal FAESP/SENAR-SP

Fonte: CNA Brasil

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AGRO E INDUSTRIA

Expocitros 2026 vai reforçar o papel da pesquisa na recuperação da citricultura

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Cordeirópolis (160 km da capital São Paulo) recebe, entre os dias 26 e 29 de maio, a 51ª Expocitros e a 47ª Semana da Citricultura, no Centro de Citricultura Sylvio Moreira, principal referência nacional em pesquisa para o setor. O evento ocorre em um momento de recuperação da produção, mas ainda sob pressão de custos, clima e sanidade dos pomares.

Após uma edição que reuniu mais de 12 mil visitantes e cerca de 90 empresas em 2025, a expectativa é ampliar o debate técnico e estratégico em 2026. A citricultura brasileira deve produzir cerca de 320 milhões de caixas na safra 2024/25, volume ainda abaixo de patamares históricos, em um cenário marcado por oferta ajustada e forte demanda internacional.

O Brasil mantém liderança global no mercado de suco de laranja, respondendo por cerca de 70% a 75% do comércio mundial. Esse protagonismo, no entanto, convive com desafios estruturais, especialmente o avanço do greening, principal problema fitossanitário da cultura, que segue exigindo manejo intensivo e soluções integradas.

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A programação técnica da Semana da Citricultura deve concentrar discussões sobre controle da doença, novos materiais genéticos, monitoramento digital e uso de bioinsumos. A proposta é transformar pesquisa em ferramenta prática de decisão, em um ambiente onde produtividade e longevidade dos pomares estão diretamente ligadas ao nível tecnológico adotado.

Paralelamente, a Expocitros amplia o espaço para inovação. Temas como automação, inteligência artificial, rastreabilidade e gestão ganham peso na programação, refletindo a mudança no perfil do setor, cada vez mais orientado por dados e eficiência.

A sustentabilidade também entra no centro do debate. Pressões por certificação, redução de carbono e uso eficiente de recursos naturais passaram a influenciar o acesso a mercados e a formação de preços, ampliando a exigência sobre o produtor.

Coordenada pela Agência Paulista de Tecnologia dos Agronegócios (APTA), a estrutura de pesquisa paulista reúne instituições como o Instituto Agronômico (IAC), Instituto Biológico (IB) e Instituto de Economia Agrícola (IEA), formando a base científica que sustenta a evolução da citricultura no Estado.

Mais do que uma feira, a Expocitros se consolida como ponto de convergência entre ciência e mercado, em um momento em que o setor precisa combinar recuperação produtiva com gestão de risco para manter competitividade no cenário global.

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Fonte: Pensar Agro

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