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MATO GROSSO

Gefron prende trio e apreende cocaína escondida em caminhão de brinquedo

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Em patrulhamento da Operação Hórus- Guardiões das Fronteiras, policiais do Grupo Especial de Fronteira (Gefron) apreenderam, na tarde de terça-feira (17.10), dois quilos de cocaína que estavam escondidos em um caminhão de brinquedo infantil. O flagrante aconteceu na BR-174, próximo à cidade de Cáceres (218 km de Cuiabá).

Em fiscalização na rodovia, o Gefron realizou abordagem em um veículo de passeio, modelo Astra, ocupado por dois homens e uma mulher.

Ao entrevistar os ocupantes do carro, os militares perceberam divergência nas informações prestadas e submeteram o veículo à revista de cães farejadores, que detectaram odor característico de droga.

Questionados, os suspeitos confessaram que haviam despachado entorpecentes por uma transportadora, que faria a mesma rota terrestre do carro.

Com o auxílio da Polícia Rodoviária Federal (PRF) de Pontes e Lacerda, os policiais chegaram à transportadora e localizaram dois quilos de cocaína escondidos na parte dianteira de um caminhão de brinquedo, que estava sendo preparado para ser transportado.

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Diante do flagrante, os três suspeitos foram presos pelo Gefron e as drogas foram apreendidas. O prejuízo ao crime é calculado em R$ 62 mil.

Cães farejadores

O Grupo Especial de Fronteira conta com o Canilfron desde 2013, com seis cães da raça pastor belga de malinóis. Os animais atuam em buscas, na modalidade de faro e substâncias, e já auxiliaram na apreensão de mais de cinco toneladas de drogas. O canil foi criado a fim de coibir o tráfico na região fronteiriça.

A Operação Hórus é uma ação permanente do Gefron desenvolvida em parceria com o Ministério de Justiça de Segurança Pública (MJSP), o Seopi(Secretaria de Operações Integradas) e a PRF de Cáceres.

*Sob supervisão de Alecy Alves

Fonte: Governo MT – MT

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Tribunal de Justiça

Presidente do TJMT manifesta solidariedade à família de juíza do Rio Grande do Sul

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“O respeito à dignidade humana deve prevalecer em qualquer debate público, inclusive quando se trata de instituições. A crítica é legítima e necessária em uma sociedade democrática, mas ela não pode ultrapassar os limites da sensibilidade e do respeito à memória de uma jovem magistrada que teve sua trajetória interrompida de forma tão precoce. Transformar um momento de dor em instrumento de provocação causa indignação e aprofunda o sofrimento de familiares, amigos e colegas de profissão. É preciso preservar a humanidade acima de qualquer divergência”, afirmou o presidente do Tribunal de Justiça de Mato Grosso, desembargador José Zuquim Nogueira, ao endossar o posicionamento do Conselho de Presidentes dos Tribunais de Justiça do Brasil (CONSEPRE).
O Conselho de Presidentes dos Tribunais de Justiça do Brasil (CONSEPRE) vem a público para manifestar irrestrita solidariedade à família da Juíza Mariana Francisco Ferreira, do Tribunal de Justiça do Rio Grande do Sul, falecida na última quarta-feira, aos 34 anos, após coleta de óvulos para realização de reprodução assistida.
Lamenta, profundamente, que a indizível dor da família de Mariana tenha sido agravada em razão da falta de empatia, cuidado e respeito por parte do Jornal Folha de S. Paulo, representada por charge assinada, na edição deste sábado (09/05/2026), por Marília Marz.
O CONSEPRE louva o debate público, o controle social sobre as instituições e as liberdades de expressão e de imprensa, por reputá-las imprescindíveis aos regimes democrático e republicano: nenhuma democracia subsiste sem imprensa livre e sem espaço legítimo para crítica institucional.
Tais pilares, entretanto, não podem ser dissociados dos deveres mínimos de civilidade e respeito à dignidade humana. A crítica institucional jamais pode servir de instrumento para banalizar a morte, ridicularizar a dor humana ou desconsiderar o sofrimento de familiares, amigos e colegas profundamente abalados pela perda de uma vida.
A publicação da Folha de S. Paulo ultrapassa os limites do debate público legítimo ao recorrer a uma representação que, além de desrespeitosa, contribui para a crescente desumanização da magistratura brasileira, tratando com insensibilidade um momento de luto e consternação.
Torna-se, ainda, mais grave ao atingir a imagem de uma mulher magistrada recém-falecida, reproduzindo simbolicamente práticas de violência de gênero, incompatíveis com os avanços institucionais e sociais voltados à proteção da dignidade da mulher e ao enfrentamento de toda forma de violência ou discriminação.
Diante disso, o CONSEPRE reafirma sua solidariedade à família de Mariana e a toda a magistratura gaúcha, e espera que a degradação do debate público não persista em romper limites éticos de humanidade e respeito.

Autor: Flávia Borges

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Fotografo:

Departamento: Coordenadoria de Comunicação do TJMT

Email: [email protected]

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

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