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MATO GROSSO

Mato Grosso registra quinta captação de múltiplos órgãos em 2026

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A Central Estadual de Transplantes (CET), unidade administrada pela Secretaria de Estado de Saúde (SES-MT), promoveu, na tarde desta segunda-feira (27.4), a quinta captação de múltiplos órgãos de 2026 no Estado.

Foram captados um fígado e dois rins, que permitirão salvar a vida de três pacientes. A captação teve início no Hospital Municipal de Cuiabá (HMC) às 12h35 e foi concluída às 15h40.

“É a terceira captação de órgãos realizada em Cuiabá em menos de dez dias, o que demonstra o esforço das equipes envolvidas com a coleta. Estas vidas só poderão ser salvas devido à generosidade da família doadora, que, em um momento de luto tomou a excelente decisão de permitir a captação de múltiplos órgãos”, destacou o secretário de Estado de Saúde, Juliano Melo.

Segundo a secretária adjunta do Complexo Regulador, Fabiana Bardi, as equipes captadoras envolvidas nesta operação foram integralmente de Mato Grosso, com profissionais do Hospital São Mateus, e o apoio logístico do Sistema Nacional de Transplantes e do Centro Integrado de Operações Aéreas (CiOPAer).

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“Importante destacar esta autonomia de termos no Estado equipes captadoras preparadas para atuar com celeridade, com o auxílio do Sistema Nacional de Transplantes, e a integração entre vários setores do Governo de Mato Grosso. Isso é determinante para o sucesso das captações, para que os órgãos cheguem rapidamente ao paciente que precisa”, avaliou.

Após a captação, os órgãos foram encaminhados aos locais onde se encontram os três receptores compatíveis.

A coordenadora da Central Estadual de Transplantes, Anita Ricarda da Silva, parabenizou todos os envolvidos neste trabalho de amor e dedicação.

“O comprometimento de cada um dos integrantes da ação foi fundamental para alcançarmos este resultado incrível. Já é a quinta captação de múltiplos órgãos no Estado neste ano, o que reforça o comprometimento dos profissionais com a vida”, afirmou.

Fonte: Governo MT – MT

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Tribunal de Justiça

Projeto Hannah é destaque em encontro sobre IA promovido pelo CNJ

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Cinco homens participam de um painel no evento IAJus 2026, no CNJ. Sentados em poltronas beges diante de uma tela de projeção, eles discutem Inteligência Artificial no Judiciário.O Projeto Hannah, desenvolvido pelo Poder Judiciário de Mato Grosso, foi um dos destaques apresentados no IAJus 2026 – Encontro de Integração em Inteligência Artificial do Judiciário. O evento foi realizado na sexta-feira (24) pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ).
Durante o intercâmbio, representantes de tribunais e conselhos de todo o país puderam trocar experiências sobre soluções tecnológicas utilizadas no sistema de justiça brasileiro. O encontro proporcionou debates sobre o desenvolvimento, implementação, sustentabilidade e governança da inteligência artificial.
O engenheiro de IA da Vice-presidência do Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT), Daniel Dock, colaborou na apresentação do sistema e pontuou que a ferramenta é voltada ao apoio técnico no juízo de admissibilidade de recursos especiais.
O projeto Hannah é um sistema de inteligência artificial utilizado pela Vice-presidência do TJMT, que lê e aplica o Mapa de Admissibilidade, formado por 14 critérios. A partir disso, cria uma árvore de sequência para analisar se o recurso atende aos critérios formais necessários.
“Esse sistema foi integralmente desenvolvido pelo TJMT e representa um significativo avanço institucional no exame de admissibilidade desses recursos, especialmente por observar regras, fluxos e parâmetros de governança locais”, enfatizou o juiz auxiliar da Vice-Presidência, Gerardo Humberto Alves da Silva.
Além do IAJus 2026, o sistema Hannah também já ganhou destaque nacional em outras oportunidades. Em 2025, a iniciativa foi apresentada em encontro promovido pelo Superior Tribunal de Justiça (STJ). Além disso, a ferramenta do TJMT está sob análise do CNJ para nacionalização e expansão para outros tribunais.
O IAJus 2026 foi promovido via Comitê Nacional de Inteligência Artificial do Judiciário (CNIAJ). O evento reuniu magistrados e magistradas, servidores e servidoras, equipes técnicas dos tribunais e conselhos do Poder Judiciário, áreas de tecnologia da informação, governança, inovação e gestão.
“Apresentar o Projeto Hannah em um evento de abrangência nacional evidencia o reconhecimento de sua relevância para o aprimoramento da eficiência, da racionalidade decisória e da inovação tecnológica no sistema de justiça”, completou Gerardo.
Juízo de admissibilidade
O juízo de admissibilidade é uma etapa essencial no processo judicial (seja em ações ou recursos) em que o juiz ou tribunal verifica se todos os requisitos formais e legais foram cumpridos para que o caso (o mérito) possa ser analisado e julgado, funcionando como um filtro para garantir eficiência e evitar que processos sem fundamento avancem.
Foto: Ana Aracajú/CNJ

Autor: Bruno Vicente

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Fotografo:

Departamento: Coordenadoria de Comunicação do TJMT

Email: [email protected]

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

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