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Tribunal de Justiça

TJMT premia unidades administrativas e comarcas com selos do Desafio Judiciário Sustentável

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Para reconhecer e valorizar as práticas inovadoras e eficientes implementadas por magistrados, servidores e colaboradores, o Tribunal de Justiça entregou o Selo do Desafio Judiciário Sustentável para as unidades administrativas e judiciárias que mais se destacaram.   A solenidade foi realizada no auditório Gervásio Leite, na sede do Tribunal de Justiça (TJMT), durante o IX Encontro de Sustentabilidade e I Seminário de Mudanças Climáticas. 
 
Divididos em três categorias, sendo gabinetes de desembargadores, áreas administrativas do TJMT e comarcas, os selos foram concedidos em cinco níveis: Excelência, Diamante, Ouro, Prata e Bronze. Todas as premiações foram entregues pela presidente do TJMT, desembargadora Clarice Claudino da Silva, pelo coordenador do Núcleo de Sustentabilidade, desembargador Rodrigo Roberto Curvo e pela juíza-auxiliar da Presidência do TJMT, Viviane Brito Rebello. 
 
“A sustentabilidade tem sido um tema central em nosso Tribunal, e hoje celebramos com grande alegria o reconhecimento de servidores que realizaram ações concretas nesse sentido”, destacou a presidente do TJMT, desembargadora Clarice Claudino da Silva. “Quero ressaltar a competição saudável que essa premiação traz, mobilizando cada vez mais voluntários para aderirem a essa causa. A cada ano, vemos um número crescente de servidores engajados no trabalho do núcleo de sustentabilidade, o que nos enche de orgulho e esperança”, acrescentou. 
 
A presidente parabenizou a todos pelo empenho e pela conscientização em torno da importância das práticas sustentáveis no ambiente de trabalho. “Esse é um momento de celebração e reflexão sobre o quanto podemos fazer a diferença, implementando essas noções no nosso cotidiano”, completou. A desembargadora ainda estimulou os servidores a continuar avançando nessa jornada de conscientização e crescimento, destacando a importância de aplicar a visão de sustentabilidade em todos os aspectos da vida. “Agradeço a todos os que participaram e incentivo aqueles que ainda não conseguiram ser ranqueados a perseverarem, pois todos merecemos viver em um planeta melhor”, completou.
 
Ao todo, foram concedidos, 23 selos Bronze, 16 Prata, 11 Ouro, 7 Diamante e 4 Excelência. Também foram homenageadas com menções honrosas três mulheres que desempenharam papéis importantes e fundamentais na consolidação da sustentabilidade no TJMT considerando todo empenho desde a criação do então Núcleo Socioambiental até sua remodelagem e incorporação do Núcleo de Sustentabilidade ao organograma da instituição, provocando significativas melhoras no desempenho do Poder Judiciário mato-grossense no que tange essa matéria: a desembargadora presidente Clarice Claudino da Silva, a juíza-auxiliar da Presidência, Viviane Brito Rebello e a coordenadora do Núcleo à época de sua reestruturação, Euzeny Paiva de Paula, atualmente diretora-geral do TJMT. 
 
Desafio – Estabelecidos com base no Índice de Desempenho da Sustentabilidade (IDS), os critérios do Desafio seguem os indicadores do Plano de Logística Sustentável (PLS), em conformidade com a Resolução nº 400 de 2021 do Conselho Nacional de Justiça (CNJ). 
 
O IDS do PJMT visa estabelecer critérios de avaliação e comparação objetiva entre os participantes de cada categoria. Para este ano, os indicadores avaliaram, entre julho de 2023 a junho de 2024, o consumo de água e esgoto, energia elétrica, impressões e equipamentos de impressão, papel, copos descartáveis, além dos gastos com transporte, deslocamento, telefonia, destinação de materiais para reciclagem, dentre outros. 
 
Entusiasmo – Ronise de Almeida Sabadim, gestora da comarca de Nova Mutum (243 km de Cuiabá), compartilhou com entusiasmo a surpresa de receber o selo Excelência, o reconhecimento máximo no evento de sustentabilidade. Para ela, o destaque foi inesperado, já que a prática de ações sustentáveis faz parte da rotina da Comarca. “Nós sempre priorizamos o descarte correto, desde lâmpadas, luminárias até copos e papéis. Também sempre cuidamos do consumo da energia elétrica e desligamos o ar-condicionado um pouco antes do final do expediente. São várias ações que parecem pequenas, mas que colaboram e agregam para a gente chegar nesse excelente resultado”, exemplificou. 
 
A Comarca de Vila Bela da Santíssima Trindade (520 km de Cuiabá) ganhou o selo Diamante. Flávia Adriano de Sá, agente sustentável da comarca, ressaltou o valor desse prêmio para toda equipe. “Nós sempre pensamos que nosso trabalho é a nossa casa. Então, economia de energia e desligamento de aparelhos quando não estão em uso são prioridades”, explicou. O compromisso da equipe em tratar o ambiente de trabalho como um segundo lar foi um dos fatores decisivos para a conquista do selo.
 
A Comarca de Lucas do Rio Verde (335 km de Cuiabá), representada por Anderson Rafael Leite, também foi reconhecida por suas ações de sustentabilidade, conquistou o selo Ouro. “Foi uma surpresa, e acredito que realmente vale muito a pena”, afirmou Anderson ao agradecer o Tribunal de Justiça de Mato Grosso. Ele destacou as iniciativas adotadas pela comarca, como a economia de energia, água potável e papel, reforçando o compromisso com uma matriz sustentável.
 
O gabinete da desembargadora Helena Maria Bezerra Ramos recebeu o selo Prata. A magistrada enalteceu esse reconhecimento como um passo importante rumo à excelência. “Com certeza, é uma alegria”. Para ela, o incentivo que o selo proporciona é fundamental para que o gabinete continue trabalhando para elevar o nível do selo nas próximas edições, reforçando o comprometimento com a sustentabilidade. 
 
A Comarca de Araputanga (337 km de Cuiabá) foi premiada com o selo Bronze. Esse feito, segundo a agente sustentável Aitana Silva Silvério Mamedes, é motivo de grande satisfação, considerando as dificuldades enfrentadas pela equipe. “Nós temos uma grande resistência dos nossos servidores em adaptar os novos dias, mas foi muito satisfatório essa conquista”, destacou. Aitana ainda mencionou que o prêmio serve como incentivo para que a comarca continue avançando, com o objetivo de alcançar o selo prata no próximo ano. 
 
Histórico e conquistas – Na oportunidade, servidores do Núcleo de Sustentabilidade do PJMT também resgataram, brevemente, o histórico das ações e premiações adotadas pelo Poder Judiciário de Mato Grosso desde 2013, como, ano a ano, desafios vêm sendo superados e novas perspectivas adotadas e consolidadas assim como foram expostas as regras da competição durante o período de monitoramento dos indicadores. A edição de 2024 do Desafio Judiciário Sustentável do PJMT esteve regida pela Portaria TJMT/Pres n° 1427/2023, e englobou a participação de 79 Comarcas, 26 gabinetes de desembargadores e 27 unidades administrativas do TJMT. 
 
IX Encontro de Sustentabilidade – A premiação integrou a programação do IX Encontro de Sustentabilidade e I Seminário de Mudanças Climáticas do Poder Judiciário de Mato Grosso, iniciativa que prevê a realização de diversas palestras e painéis que visam debater o papel da Justiça brasileira e mato-grossense nos debates e ações regionais e nacional ligados ao contexto do direito ambiental e climático.
 
 
#ParaTodosVerem – Esta matéria possui recursos de texto alternativo para promover a inclusão das pessoas com deficiência visual. Foto 1: A imagem mostra um auditório cheio. No palco, uma mulher trajada de azul fala ao lado de um painel digital que exibe o tema “Índice de Desempenho da Sustentabilidade”. Foto 2: A desembargadora Clarice segura um prêmio de “Menção Honrosa” enquanto é aplaudida pelo desembargador Rodrigo Roberto Curvo. Foto 3: A desembargadora Clarice e a juíza Viviane Brito mostram seus prêmios de “Menção Honrosa”. Foto 4: Quatro pessoas posam para foto durante o evento “Desafio Judiciário Sustentável”, uma das quais segura um prêmio de “Selo de Excelência”, da Comarca de Nova Mutum, em reconhecimento às práticas sustentáveis.
 
Talita Ormond/ Fotos: Alair Ribeiro
Coordenadoria de Comunicação Social do TJMT
 
 
 

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

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Presidente do TJMT manifesta solidariedade à família de juíza do Rio Grande do Sul

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“O respeito à dignidade humana deve prevalecer em qualquer debate público, inclusive quando se trata de instituições. A crítica é legítima e necessária em uma sociedade democrática, mas ela não pode ultrapassar os limites da sensibilidade e do respeito à memória de uma jovem magistrada que teve sua trajetória interrompida de forma tão precoce. Transformar um momento de dor em instrumento de provocação causa indignação e aprofunda o sofrimento de familiares, amigos e colegas de profissão. É preciso preservar a humanidade acima de qualquer divergência”, afirmou o presidente do Tribunal de Justiça de Mato Grosso, desembargador José Zuquim Nogueira, ao endossar o posicionamento do Conselho de Presidentes dos Tribunais de Justiça do Brasil (CONSEPRE).
O Conselho de Presidentes dos Tribunais de Justiça do Brasil (CONSEPRE) vem a público para manifestar irrestrita solidariedade à família da Juíza Mariana Francisco Ferreira, do Tribunal de Justiça do Rio Grande do Sul, falecida na última quarta-feira, aos 34 anos, após coleta de óvulos para realização de reprodução assistida.
Lamenta, profundamente, que a indizível dor da família de Mariana tenha sido agravada em razão da falta de empatia, cuidado e respeito por parte do Jornal Folha de S. Paulo, representada por charge assinada, na edição deste sábado (09/05/2026), por Marília Marz.
O CONSEPRE louva o debate público, o controle social sobre as instituições e as liberdades de expressão e de imprensa, por reputá-las imprescindíveis aos regimes democrático e republicano: nenhuma democracia subsiste sem imprensa livre e sem espaço legítimo para crítica institucional.
Tais pilares, entretanto, não podem ser dissociados dos deveres mínimos de civilidade e respeito à dignidade humana. A crítica institucional jamais pode servir de instrumento para banalizar a morte, ridicularizar a dor humana ou desconsiderar o sofrimento de familiares, amigos e colegas profundamente abalados pela perda de uma vida.
A publicação da Folha de S. Paulo ultrapassa os limites do debate público legítimo ao recorrer a uma representação que, além de desrespeitosa, contribui para a crescente desumanização da magistratura brasileira, tratando com insensibilidade um momento de luto e consternação.
Torna-se, ainda, mais grave ao atingir a imagem de uma mulher magistrada recém-falecida, reproduzindo simbolicamente práticas de violência de gênero, incompatíveis com os avanços institucionais e sociais voltados à proteção da dignidade da mulher e ao enfrentamento de toda forma de violência ou discriminação.
Diante disso, o CONSEPRE reafirma sua solidariedade à família de Mariana e a toda a magistratura gaúcha, e espera que a degradação do debate público não persista em romper limites éticos de humanidade e respeito.

Autor: Flávia Borges

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Fotografo:

Departamento: Coordenadoria de Comunicação do TJMT

Email: [email protected]

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

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