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ALMT é parceira em fórum que discute o crescimento econômico sustentável para MT

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A Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT) é parceira do Fórum Economia e Desenvolvimento Institucional que será realizado, nesta terça-feira (14), no Centro de Eventos Fatec/Senai, em Cuiabá. Antes do evento, às 8 horas, será realizada uma coletiva de imprensa com as autoridades participantes do fórum.

Promovido pelo LIDE Mato Grosso em parceria com a ALMT, o fórum terá como tema “Crescimento sustentável depende de instituições sólidas”. A programação reúne nomes de destaque do cenário nacional, como o ex-ministro da Fazenda Henrique Meirelles, o senador Hamilton Mourão e o senador Carlos Fávaro, além de outras lideranças políticas e do setor produtivo.

Representando o Legislativo estadual, o presidente Max Russi (Pode) e o deputado Wilson Santos (PSD), destacam a importância da participação da ALMT na construção de discussões entre o poder público e a iniciativa privada, reforçando o compromisso com o desenvolvimento sustentável e o aprimoramento institucional.

“Participar deste fórum ao lado de grandes referências nacionais é fundamental para pensarmos o Mato Grosso das próximas décadas. Discutir os reflexos da política na nossa economia local nos permite antecipar cenários e criar leis e políticas que de fato protejam quem produz e gera emprego. É um momento de imersão estratégica para fortalecermos as nossas instituições e garantirmos que o estado siga liderando os indicadores de crescimento no país”, afirmou Max Russi.

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O evento inclui debates sobre o cenário macroeconômico brasileiro, estabilidade institucional, ambiente de negócios, oportunidades de investimento e crédito, além do protagonismo de Mato Grosso na economia nacional e sua inserção no contexto global. A proposta é fomentar um diálogo qualificado entre os setores público e privado, com foco no fortalecimento das instituições.

Para otimizar o trabalho das equipes dos veículos de comunicação na cobertura da coletiva e do evento, os profissionais de imprensa podem realizar o credenciamento previamente por meio do link:

https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLSedfzelBUyoBPeWO95X6MJMVwq6WkUuYlvDymC-tMvt_RoqUQ/viewform

Mais informações podem ser obtidas pelos telefones 65 98148-5998 e 99909-9816.

Serviço:

O quê: Fórum Economia e Desenvolvimento Institucional – LIDE Mato Grosso

Onde: Centro de Eventos Fatec/Senai, em Cuiabá

Quando: Terça-feira (14)

Horário: A partir das 7h30 e às 8 horas coletiva à Imprensa

Fonte: ALMT – MT

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TJMT suspende desocupação em condomínios após pedido da ALMT

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Em resposta ao pedido encaminhado pela Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT) nesta sexta-feira (17), a Corregedoria-Geral da Justiça do Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT) decidiu suspender a medida de desocupação e determinou o encaminhamento do processo à Comissão Regional de Soluções Fundiárias para análise técnica do caso envolvendo famílias que residem nos condomínios Villas das Minas e Villas das Lavras do Sutil I e II, em Cuiabá. A decisão do Judiciário ocorreu após solicitação formal da Assembleia, diante da preocupação com os impactos sociais da medida.

A decisão considera que o caso apresenta potencial impacto social relevante, especialmente diante da possibilidade de cumprimento de medida de imissão na posse envolvendo famílias em situação de vulnerabilidade, e reforça a necessidade de adoção de etapas preparatórias antes de qualquer decisão de desocupação coletiva.

“Recebemos uma decisão muito importante da Corregedoria do Tribunal de Justiça, que representa uma vitória significativa para as famílias dos condomínios Minas e Lavras do Sutil. Ainda não vencemos a guerra, mas conquistamos uma batalha importante, que traz tranquilidade aos moradores que estavam vivendo momentos de angústia. Quero agradecer à Procuradoria da Assembleia e ao Poder Judiciário pela sensibilidade em olhar para essa situação. Esse resultado é fruto de um trabalho conjunto. Agora, vamos continuar dialogando e trabalhando para construir uma solução justa e definitiva para essas famílias. Contem com a Assembleia Legislativa, porque estaremos ao lado de vocês”, comemorou o deputado estadual Max Russi (Podemos), presidente da Assembleia Legislativa.

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O procurador da Assembleia Legislativa, Ricardo Riva, explicou que a decisão da Corregedoria do Tribunal de Justiça foi resultado direto do pedido formal apresentado pela Casa, que apontou a necessidade de cumprimento de etapas legais e sociais antes da execução da medida de desocupação.

Segundo ele, a Assembleia solicitou a suspensão da imissão na posse justamente para garantir que o processo observe as exigências previstas na legislação e nas normas que tratam de conflitos fundiários coletivos.

“A Assembleia oficiou a Corregedoria do Tribunal pedindo a suspensão do cumprimento da imissão na posse, ou seja, da retirada das famílias dos apartamentos, porque existem etapas legais e sociais que precisam ser cumpridas antes de qualquer desocupação coletiva. A decisão da Corregedoria foi tomada a partir dessa solicitação e determinou o encaminhamento do processo à Comissão Regional de Soluções Fundiárias para análise técnica do caso”, explicou o procurador.

Ricardo Riva destacou ainda que a medida busca assegurar que qualquer decisão judicial seja precedida de avaliação técnica e de diálogo institucional, garantindo segurança jurídica e proteção às famílias envolvidas.

O pedido da ALMT – No documento encaminhado ao Judiciário, o presidente Max Russi alerta que o cumprimento da ordem de imissão na posse, decorrente de um processo de falência iniciado em 2003, pode resultar na retirada imediata de moradores de suas residências sem que haja medidas adequadas de acolhimento social às famílias afetadas. O ofício destaca que a execução da decisão, da forma como está prevista, pode gerar consequências sociais graves, especialmente para pessoas em situação de vulnerabilidade.

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A Assembleia também argumenta que a condução do processo deve observar normas e diretrizes que tratam da proteção de direitos humanos e da mediação de conflitos. Entre os dispositivos citados estão o Provimento nº 23/2023 do Tribunal de Justiça de Mato Grosso, a Resolução nº 510 do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) e orientações do Supremo Tribunal Federal (STF), que estabelecem que desocupações coletivas precisam ser precedidas de diálogo entre as partes e da definição de estratégias de atendimento às famílias atingidas.

De acordo com o documento, essas normas determinam que, antes da execução de despejos coletivos, sejam realizadas reuniões preparatórias e elaborados planos de ação que considerem a situação social dos moradores, garantindo alternativas de acolhimento e encaminhamento a programas habitacionais ou de assistência social, sempre que necessário.

Visita aos condomínios – Na noite de quinta-feira (16), Russi esteve pessoalmente nos residenciais para ouvir os moradores e acompanhar de perto a situação. Durante a visita, o parlamentar conversou com os condôminos e manifestou preocupação com a possibilidade de retirada imediata das pessoas de suas casas, destacando o clima de insegurança e aflição vivido pelos moradores. A presença do deputado no local ocorreu após relatos de que centenas de famílias temem perder suas moradias em razão de decisão judicial.

Fonte: ALMT – MT

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