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POLITÍCA NACIONAL

Romarias de Juazeiro do Norte no calendário turístico seguem para sanção

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A Comissão de Desenvolvimento Regional e Turismo (CDR) aprovou nesta terça-feira (26), em votação final, projeto que inclui no calendário turístico oficial do Brasil as datas das romarias do município de Juazeiro do Norte (CE). Romarias como a de São Sebastião, de Nossa Senhora das Candeias e as que lembram o nascimento e morte de Padre Cícero estão na lista. Caso não haja recurso para votação em Plenário, o projeto segue para sanção presidencial.

O PL 6.223/2023, do deputado Yury do Paredão (MDB-CE), recebeu parecer favorável do senador Camilo Santana (PT-CE), que destacou a relevância das celebrações para o turismo local e nacional.

— Trata-se de uma iniciativa louvável, que reconhece o turismo religioso numa das regiões que mais recebem peregrinos em todo o país.

As romarias de Juazeiro do Norte, na região do Cariri, são reconhecidas pela quantidade de pessoas atraídas anualmente ao local. O projeto inclui dez celebrações no calendário turístico oficial:

  • Morte da beata Maria de Araújo, 17 de janeiro;
  • São Sebastião, de 18 a 20 de janeiro;
  • Nossa Senhora das Candeias, de 29 de janeiro a 2 de fevereiro;
  • Nascimento do Padre Cícero, 24 de março;
  • Morte do Padre Cícero, 20 de julho; 
  • Nossa Senhora das Dores, de 10 a 15 de setembro;
  • São Francisco, de 24 de setembro a 5 de outubro;
  • Finados, de 29 de outubro a 2 de novembro;
  • Ordenação do Padre Cícero, 30 de novembro; e
  • Ciclo natalino, de 3 de dezembro a 6 de janeiro.
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De acordo com a Prefeitura de Juazeiro do Norte, a cidade recebe anualmente mais de 3 milhões de visitantes. O local é um dos principais destinos de turismo religioso e cultural do Brasil, atraindo fiéis e turistas de todo o país. A cidade concentra atrativos religiosos que permanecem movimentados durante todo o ano, como o Horto do Padre Cícero, a Basílica Santuário Nossa Senhora das Dores e o Memorial Padre Cícero.

Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

Fonte: Agência Senado

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POLITÍCA NACIONAL

Projeto que amplia fiscalização do Senado sobre atuação da CVM avança

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A Comissão de Assuntos Econômicos (CAE) aprovou em primeiro turno, nesta terça-feira (26), o projeto que obriga o presidente da Comissão de Valores Mobiliários (CVM) a apresentar, duas vezes por ano, relatório público ao Senado. Como foi aprovado um substitutivo, o texto ainda será analisado em turno suplementar pela comissão.

Novo Projeto (12).jpgPL 5.519/2025, da senadora Jussara Lima (PSD-PI), tem votação final na CAE. O relator, senador Eduardo Braga (MDB-AM), apresentou substitutivo para determinar que o relatório trate da evolução do mercado de valores mobiliários, do cumprimento do mandato institucional da CVM e do plano estratégico vigente.

A senadora Tereza Cristina (PP-MS), que leu o parecer, destacou a importância da medida para reforçar o acompanhamento do mercado pelo Senado.

— Com esse projeto, não há dúvida de que a CVM precisa realmente informar ao Senado Federal, por meio da CAE. Quero parabenizar a autora, senadora Jussara Lima, e o senador Eduardo Braga, pelo substitutivo, para que possamos avançar na fiscalização — disse.

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A senadora Damares Alves (Republicanos-DF) relacionou a proposta às discussões da CAE sobre a atuação de órgãos de fiscalização no sistema financeiro. Para ela, o projeto cria uma obrigação de comunicação institucional com a comissão.

— Somos o órgão fiscalizador e esta comissão é órgão fiscalizador. A CVM não compartilhava informações com a gente. Agora esse projeto de lei vem impor essa obrigatoriedade da CVM informar ao Parlamento — ressaltou.

O presidente da CAE, senador Renan Calheiros (MDB-AL), também defendeu o aprofundamento da fiscalização sobre o sistema financeiro. Ao comentar investigações relacionadas ao Banco Master, ele afirmou que a apuração ainda está no início.

— Essa investigação, infelizmente, está começando agora — ponderou.

Segundo o parecer, a medida preserva a autonomia técnica da CVM e busca ampliar a transparência e o controle democrático sobre a autarquia, sem criar despesa imediata para a União. Se aprovado em turno suplementar e não houver recurso ao Plenário, o projeto seguirá para a Câmara dos Deputados.

Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

Fonte: Agência Senado

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