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VÁRZEA GRANDE

Anexo da Upa do Ipase se torna ponto de vacinação nesta semana contra a Covid-19 e as demais vacinas de rotina

A Unidade funcionará de segunda a sexta, das 8h às 16h, sem intervalo para o almoço.

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Assessoria de imprensa

O anexo da Unidade de Pronto Atendimento 24h – Upa do Ipase, tornou-se polo de vacinação nesta semana (10 a 15) contra a Covid-19, tanto para crianças, como adolescentes, adultos e idosos e também para as vacinas de rotina. Agora, as doses dos imunizantes estarão disponíveis todos os dias, de segunda a sexta, das 8h às 16h, sem intervalo para o almoço.

Esta decisão partiu do prefeito Kalil Baracat em conjunto com o secretário municipal de Saúde, Gonçalo de Barros, durante a ação de vacinação em crianças de 3 e 4 anos, no anexo da Upa do Ipase, neste último sábado.

“Por ser a localidade de fácil acesso, e muitas pessoas procuram pela unidade de saúde, é importante ter um ponto de vacinação também neste local. A possibilidade de implantar um ponto fixo de vacinação por tempo indeterminado na Upa do Ipase já vinha sendo estudada. Como o município quer dar continuidade a mais este serviço de proteção à nossa população, mais esta ação valida o compromisso social da nossa gestão de reforço à rede municipal de vacinação”, disse o prefeito.

Segundo o secretário municipal de Saúde, Gonçalo de Barros, dados da Vigilância em Saúde apontam que somente no último sábado (8 de outubro) foram vacinadas 140 crianças na faixa de 3 a 4 anos. “Um dado considerado positivo para o dia, uma vez que os índices mostram queda nos casos da doença não só em Mato Grosso, mas em todo o país. Mas nem por isso devemos nos descuidar, sendo a vacina a única forma de não contrair a doença em nível grave. Outro fator que devemos levar em consideração é que após a imunização, os óbitos e as pessoas internadas em decorrência da Covid-19 caíram muito também. Assim sendo, acredito que em curto espaço de tempo atingiremos a meta de vacinação infantil de Covid-19, e o mais importante a Prefeitura tem dado todo suporte necessário para isso acontecer”, destacou o secretário.

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O secretário disse ainda que o município continuará disponibilizando as vacinas nas 22 Unidades Básicas de Saúde, contra a Covid-19 e as de rotina e com o novo ponto fixo do anexo da Upa do Ipase, reforça o compromisso que a saúde pública tem com a população de dar mais acesso aos serviços de vacinação dentro da Rede SUS municipal.

“Os pais aprovaram o novo ponto, e decidimos manter aberto durante a semana, e se a demanda for grande, a intenção é tornar este ponto em ação permanente de vacinação. Já estava no nosso planejamento. O local é apropriado, cumpre as exigências sanitárias e facilita a ida das pessoas por ter uma boa localização e ainda o transporte coletivo é dinâmico no local, por estar próximo a vários bairros e ainda a movimentação do VG Shopping. O que queremos é que todas as pessoas moradoras do nosso município, tomem todas as doses disponíveis e cumpram a cobertura vacinal conforme recomendações do Programa Nacional de Vacinação. Serão ofertadas vacinas para aqueles que ainda não tomaram nenhuma dose, segunda e terceira doses e dose de reforço da Covid-19, para todas as faixas etárias e pacientes imunossuprimidos, além de disponibilizar todas as vacinas necessárias às crianças as chamadas vacinas do Calendário da Criança e esquemas até os 10 anos de idade; o esquema vacinal dos adolescentes, bem como dos adultos e idosos”, explicou ele.

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Para se vacinar com a primeira dose contra a Covid-19, é necessário apresentar nos locais de vacinação documento de identificação com foto, CPF e comprovante de residência (original e cópia) e cartão do SUS.

Os adolescentes de 17 e 16 anos podem se dirigir aos pontos de vacinação desacompanhados. Já os de 12 a 15 anos deverão estar, necessariamente, acompanhados de pai, mãe ou responsável e, diante da impossibilidade da presença destes, é necessário que esteja acompanhado de pessoa maior de idade e que apresente declaração de autorização dos pais para a imunização.

Já para vacinar as crianças, os pais ou responsáveis pelas crianças devem acessar o site da Prefeitura de Várzea Grande, clicar no banner Imunização e preencher o formulário com os dados pessoais da criança, como foi realizado nas faixas etárias anteriores. O cadastro deverá ser preenchido pelo responsável da criança ou pelo pai ou pela mãe e quem tiver a guarda da criança.

Os documentos exigidos para o cadastro são: CPF da criança ou registro de nascimento, número da carteirinha do SUS, nome completo da criança, data de nascimento, endereço completo. Já para crianças com comorbidades os pais devem no campo Comorbidade selecionar o código da doença, sendo os demais campos para preenchimento igual.

As pessoas que já tomaram a primeira dose, para aplicação das demais doses é só levar o cartão de vacinação.

Quem não tem acesso à internet, também poderá se dirigir a qualquer ponto de vacinação com os documentos em mãos: Cartão SUS, CPF ou Carteira Nacional de Identificação-RG e comprovante de residência.

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Hepatites virais: diagnóstico precoce é essencial para combater doenças que podem permanecer silenciosas

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Muitas vezes, as hepatites virais chegam sem avisar. A pessoa pode estar infectada e passar anos sem apresentar qualquer sintoma, enquanto o vírus provoca alterações no fígado. Foi justamente para levar informação e estimular o cuidado com a saúde que a equipe da Vigilância em Saúde da Secretaria Municipal de Saúde de Várzea Grande realizou uma palestra para os hóspedes da Casa de Acolhimento Rogina de Arruda, localizada no bairro Novo Várzea Grande.

O encontro abordou as hepatites virais, com destaque para os tipos B, C e Delta, além de informações sobre sífilis e HIV. A atividade foi realizada a convite da própria instituição, que atende pessoas vindas de outras regiões para consultas e tratamentos de saúde, além de pessoas em situação de rua e em outras condições de vulnerabilidade.

Durante a palestra, o médico da Atenção Básica, Dr. Natanael, explicou como ocorre a transmissão, quais são os principais sinais e sintomas e como é feito o diagnóstico. A equipe também reforçou a importância da prevenção e da realização de testes.

Além do médico Natanael, participaram da atividade a enfermeira Jhaniele, a técnica de enfermagem Raquel, Laura, da Vigilância em Saúde do Trabalhador, a gerente da Vigilância Epidemiológica, Silvana, a enfermeira Maria José e a servidora Rosemeire Fernandes, agente de combate às endemias.

Uma doença que pode passar despercebida

As hepatites virais são infecções que atingem o fígado. Quando apresentam sintomas, eles podem incluir cansaço, febre, mal-estar, náuseas, vômitos, dor abdominal, urina escura, fezes claras e pele e olhos amarelados. Entretanto, principalmente nos casos de hepatites B e C, a ausência de sintomas é comum, o que pode atrasar a descoberta da doença.

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A história do engenheiro florestal André Coutinho mostra como a hepatite C pode ser silenciosa. Diagnosticado com a doença, ele passou por um período de luta até conseguir enfrentar o problema e seguir com o tratamento. André conta que, até hoje, não sabe exatamente onde ocorreu o contágio.

“Comecei a ficar ruim, com todos os sintomas, procurei o pronto atendimento e, nos exames, fui diagnosticado com a hepatite. Fiz o tratamento certinho para não ter complicações severas”, comentou André.

A experiência também reforça uma das principais orientações dos profissionais de saúde: não é preciso esperar o aparecimento de sintomas para procurar atendimento. No caso da hepatite C, aproximadamente 80% das pessoas não apresentam sintomas, e o diagnóstico frequentemente acontece durante exames de rotina ou por meio de testagem.

Diagnóstico

O diagnóstico das hepatites B e C pode começar por meio de testes rápidos disponíveis na rede pública de saúde. No caso da hepatite C, quando o teste aponta contato com o vírus, exames complementares são realizados para confirmar se existe infecção ativa.

A hepatite B pode ser prevenida com vacina, disponível gratuitamente nas unidades de saúde. Já a hepatite C não possui vacina, mas atualmente existe tratamento capaz de curar a infecção.

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A programação também abriu espaço para discutir outras infecções, como sífilis e HIV, ampliando a conversa sobre prevenção, diagnóstico e acesso aos serviços de saúde.

“Sempre somos chamadas pela direção de entidades para ministrarmos palestras orientativas e também para realizarmos exames. Essa participação é ótima para nós, da saúde, para estarmos próximos da população, levar conhecimento e exames. Esse é o nosso papel”, ressaltou a agente de combate às endemias Rosemeire Fernandes.

E o trabalho de orientação não termina na palestra. Como parte da programação voltada à saúde dos homens, a equipe já deixou agendada para novembro uma nova atividade na instituição, desta vez com orientações sobre câncer de próstata e cuidados com a saúde do homem.

Mais do que transmitir informações, ações como essa ajudam a aproximar o serviço de saúde de pessoas que, muitas vezes, enfrentam barreiras para acessar atendimento. Afinal, quando uma doença pode permanecer silenciosa por anos, informação, prevenção e diagnóstico são ferramentas fundamentais para evitar que o problema só seja descoberto quando as complicações já apareceram.

Fonte: Prefeitura de Várzea Grande – MT

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