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VÁRZEA GRANDE

Cartilha intersetorial reúne orientações para facilitar acesso de famílias aos serviços de Educação, Saúde e Assistência Social em Várzea Grande

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Mais informação, orientação e acolhimento para as famílias. Com esse propósito, Várzea Grande lançou, na noite da última segunda-feira (31), durante o 1º Encontro Intersetorial com as Famílias Atípicas, realizado no Ginásio Poliesportivo Fiotão, a Cartilha Intersetorial – Manual de Diretrizes Pedagógicas, Saúde e Assistência Social.

O material foi elaborado pela Secretaria Municipal de Educação, Cultura, Esporte e Lazer (SMECEL), em parceria com as Secretarias Municipais de Saúde e de Assistência Social, e reúne informações sobre serviços, atendimentos e os caminhos que as famílias podem percorrer dentro da rede municipal.

A proposta é transformar informações que muitas vezes estão dispersas em um material acessível e de fácil consulta, ajudando pais e responsáveis a identificar onde buscar atendimento e quais serviços estão disponíveis nas áreas de Educação, Saúde e Assistência Social.

De acordo com a superintendente pedagógica da SMECEL, Lezi Silva, a cartilha representa um importante instrumento de orientação para as famílias, especialmente para aquelas que precisam acessar diferentes políticas públicas de forma integrada.

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“A ideia é tornar públicas e mais acessíveis as informações de cada pasta, para que as famílias saibam quais caminhos precisam percorrer e quais acessos possuem a partir dos serviços ofertados pela Saúde, pela Educação e pela Assistência Social”, explicou.

Durante o encontro, exemplares impressos foram entregues aos participantes. A intenção é ampliar o acesso ao conteúdo e disponibilizar a cartilha também em formato digital, permitindo que as unidades escolares compartilhem o material com pais e responsáveis.

A secretária municipal de Educação, Cultura, Esporte e Lazer, Maria Fernanda de Figueiredo, destacou que a iniciativa fortalece a integração entre as políticas públicas e ajuda a aproximar os serviços das famílias.

“Essa cartilha é mais um passo para aproximarmos as famílias da rede de atendimento do município. Muitas vezes, a família precisa de diferentes serviços, mas não sabe exatamente onde buscar ajuda ou qual caminho seguir. Nosso objetivo é oferecer uma orientação clara, simples e acessível, mostrando que Educação, Saúde e Assistência Social estão trabalhando de forma integrada para garantir acolhimento e atendimento às nossas crianças e suas famílias”, afirmou.

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Além de orientar sobre os serviços disponíveis, o material também reforça a importância do trabalho conjunto entre as secretarias municipais. A integração permite que as necessidades das famílias sejam identificadas e encaminhadas de maneira mais organizada, evitando que pais e responsáveis precisem buscar informações de forma fragmentada.

A cartilha passa a ser, assim, uma ferramenta de apoio para famílias, profissionais da rede municipal e unidades de atendimento, contribuindo para ampliar o conhecimento sobre direitos, serviços e possibilidades de acompanhamento disponíveis em Várzea Grande.

Fonte: Prefeitura de Várzea Grande – MT

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VÁRZEA GRANDE

Palestra leva alerta sobre riscos do cigarro eletrônico a estudantes

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A equipe da Unidade de Saúde do bairro Água Limpa realizou, na sexta-feira (18), uma palestra sobre tabagismo para estudantes do 9º ano do ensino fundamental da Escola Estadual Elmaz Gattas. A atividade reuniu jovens de 13 a 18 anos em um momento de conversa, interação e dinâmicas sobre os riscos do cigarro convencional e, principalmente, do cigarro eletrônico.

Durante o encontro, os profissionais falaram sobre os cuidados com a saúde, sintomas e consequências do uso dos dispositivos eletrônicos, além do risco de o cigarro eletrônico se tornar uma porta de entrada para o consumo de outras substâncias.

A conversa também abriu espaço para que os próprios estudantes compartilhassem suas experiências. Muitos relataram já ter experimentado o cigarro eletrônico por curiosidade, influência de amigos ou até mesmo pelos sabores oferecidos pelos dispositivos.

A estudante Marina, de 13 anos, contou que já recebeu ofertas de amigos, mas prefere não experimentar.

“Meus amigos sempre oferecem, mas eu não aceito. Eu vejo que não faz bem e prefiro não usar. Eles respeitam minha decisão e eu também falo para eles não experimentarem”, relatou.

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Já a estudante Miriam, de 14 anos, contou que chegou a experimentar o cigarro eletrônico, mas teve uma experiência negativa. Após o uso, apresentou tontura e uma tosse persistente que durou cerca de duas semanas. O quadro fez com que ela precisasse procurar atendimento médico para avaliação e uso de medicamentos. Depois da experiência, ela não voltou a utilizar o dispositivo.

A responsável técnica pela atividade destacou a importância de levar esse tipo de informação diretamente aos adolescentes. A palestra foi realizada nos períodos da manhã e da tarde, e a equipe ficou surpresa com a quantidade de estudantes que já tiveram algum contato com o cigarro, especialmente com os dispositivos eletrônicos.

“É muito importante conversar com eles de forma aberta, sem julgamento, porque muitos já tiveram contato ou receberam ofertas. Ficamos impressionados com a quantidade de jovens que já tiveram alguma experiência. Esse diálogo é uma oportunidade para orientar e mostrar as consequências antes que o uso se torne um hábito”, destacou.

Durante a atividade, um dos inspetores da escola apresentou à equipe uma sacola com diversos dispositivos eletrônicos, conhecidos popularmente como “pods” ou “vapes”, que haviam sido apreendidos dentro da unidade escolar.

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Por se tratar de uma escola militar, a unidade também desenvolve ações próprias de orientação e conscientização com os estudantes. A atividade realizada pela equipe de saúde reforça esse trabalho, aproximando os profissionais da saúde do ambiente escolar e criando espaço para que os adolescentes possam tirar dúvidas e falar abertamente sobre o tema.

Fonte: Prefeitura de Várzea Grande – MT

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