Pesquisar
Feche esta caixa de pesquisa.

VÁRZEA GRANDE

UPA Ipase passa por reforma e dobra capacidade de atendimento

Published

on

Com a intervenção foi possível elevar em 110% a oferta de leitos disponíveis na sala de medicação, o que automaticamente reduz tempo de espera e garante um ambiente de trabalho mais funcional às equipes de enfermagem

A Unidade de Pronto Atendimento (UPA) do Ipase, em Várzea Grande, está mais ampla e funcional. O local passou por uma reforma na estrutura física para ampliar a capacidade de atendimento aumentando de 20 para 42 poltronas no setor de medicamentos, garantindo mais agilidade, conforto e eficiência no atendimento.

A prefeita Flávia Moretti (PL) visitou a reforma neste final de semana e lembrou que a ampliação foi uma medida tomada ainda na sua primeira semana de mandato, em razão da explosão de casos de arboviroses que estavam lotando as unidades de saúde do Município.

“Com essa ampliação conseguimos atender mais pessoas ao mesmo tempo, com mais agilidade e qualidade. Isso significa menos tempo de espera, mais comodidade para quem precisa de atendimento na nossa saúde”, destacou a prefeita durante a visita ao local, quando pôde conferir na prática o atendimento e conversar com as pessoas que se encontravam na unidade. A ala ampliada está em pleno funcionamento.

Leia Também:  Caderno II encerra atividades de 2022 com apresentação de teatro musical

A secretária de Saúde, Deisi Bocalon, acompanhou a prefeita na vistoria à UPA Ipase e disse que apenas com essa reforma foi possível elevar em 110% a capacidade da sala de medicação. “Com a ampliação atingimos uma das determinações da prefeita Flávia para área da saúde que é ampliar o atendimento para reduzir o tempo de espera, mas ofertando um serviço de qualidade”.

Deisi pontou durante a visita, que além do espaço melhor dimensionado aos pacientes, a nova estrutura também beneficia a rotina das equipes de enfermagem, que passaram a ter um ambiente de trabalho mais confortável e mais espaçoso para preparar as medicações, o que facilita inclusive, a organização dos insumos.

Deisi Bocalon lembrou ainda que em função do aumento de casos de arboviroses a UPA Ipase vem concentrando um número considerável de pessoas em busca de atendimento, e a capacidade do local não comportava a demanda, por isso a gestão determinou a reforma para melhorar o fluxo e a qualidade para aqueles que buscam a unidade de saúde. “De fato, foi uma das primeiras medidas que tomamos, ainda do começo de janeiro”.

Leia Também:  Rua Javé recebe serviços de terraplenagem e se aproxima da pavimentação  

A secretária fez questão de esclarecer, que conforme havia sido anunciado, os obras – em maior parte do tempo – foram realizados no período da noite e madrugada justamente para não comprometer o atendimento no local.

Fonte: Prefeitura de Várzea Grande – MT

Advertisement

VÁRZEA GRANDE

Zoonoses de Várzea Grande faz alerta para alta de casos positivos e pede atenção da população aos sinais da doença

Published

on

.

Várzea Grande sempre foi uma região considerada endêmica para a Leishmaniose Visceral Canina (LVC), uma doença de caráter zoonótico causada por um protozoário do gênero Leishimania, transmitida pela picada do mosquito-palha e portanto afetando tanto humanos quanto animais. Não passa diretamente de uma pessoa para outra, no entanto, começa silenciosa e justamente por isso, vai se proliferando por meio do ataque dos mosquitos palhas, pois precisa do mosquito Lutzomyia longipalpis e outras espécies do gênero para disseminação da doença.

No ambiente urbano, o cão atua como o principal reservatório do protozoário. Portanto, o aumento de casos nos animais eleva diretamente o risco de contágio para os seres humanos.

Como explica o Médico Veterinário e Responsável Técnico do Centro de Controle de Zoonoses (CCZ VG), Luciano Miranda, a pressão da doença no Município deixa as autoridades em Saúde Pública sempre em alerta. “Somente neste ano, de janeiro a junho, já registramos quase 500 testes realizados em animais suspeitos de LVC em Várzea Grande. Uma das explicações para alta incidência está no avanço do desmatamento urbano, com as habitações e a circulação de pessoas avançando cada vez mais nessas regiões. Um exemplo dessa realidade no Município é a região do Jardim Maringá, em plena expansão, e concidentemente tendio um aumento de sua incidência nessa região.

Apesar do bairro ser destaque nesse mapeamento, o Médico Veterinário faz questão de ressaltar que a doença não pode mais ser ‘marginalizada’, pois já se encontram casos de cães positivos que vivem com seus tutores em apartamentos. Essa constatação só reforça o sinal de alerta para a prevenção e cuidados com nossos pets”.

SINAIS DE ALERTA – O Dr. Luciano chama à atenção para sintomas clássicos como o emagrecimento sem sentido algum, onde o animal muitas vezes está comendo bem, porém o pet nunca engorda e fica na situação cada vez mais de emagrecimento. Isso porque provavelmente a doença já atingiu fígado, o baço, que são um dos órgãos mais acometidos pela doença. No geral o animal come, mas o fígado atacado e inflamado, não consegue atuar de forma normal em seu auxílio à digestão, levando ao emagrecimento progressivo. Além do emagrecimento, existem as feridinhas, queda de pelos, etc onde essas feridas acabam por nunca se cicatrizarem, principalmente em extremidades de focinho e pavilhão auricular, etc. Em relação à crença de que unhas compridas são sinal de leishmaniose, Miranda esclarece que nem sempre essa observação é o suficiente para se condenar um animalzinho, pois fatores externos, como o piso liso farão com que o cãozinho não tenha o desfaste de suas unhas. Aí existem pessoas que por causa da unha trazem o cãozinho no CCZ para eutanásia”.

Leia Também:  Serviços Públicos leva limpeza, manutenção e iluminação a diversos bairros

Sobre a eutanásia, ela só é feita no CCZ VG quando há comprovação do diagnóstico da doença, conforme determinação do Ministério da Saúde. “O diagnóstico é essencial, pois hão doenças que parecem ser a leishmaniose sendo confundidas com a mesma, daí sendo interessante fazermos os testes diagnósticos para a comprovação ou não da doença. Dentre doenças que podem ser confundidas com a Leishimaniose, temos

doenças bacterianas, fúngicas, doenças auto imunes e até mesmo a sarna. “Infelizmente a população muitas vezes chega aqui impondo eutanásia no animal sem qualquer comprovação. Diante da nossa negativa em relação ao sacrifício, há agressões com palavras e ameaças de todo tipo”, lamenta.

Em caso de suspeita, o tutor pode levar o animalzinho até o CCZ VG para realizar a testagem e confirmação ou não da doença. O CCZ diariamente realiza o teste de triagem dos casos suspeitos sendo o diagnóstico final realizado pelo laboratório do Estado (Lacen), necessitando assim da comprovação de todos os testes citados para a comprovação da doença.

“A população em geral precisa entender que cachorro com excesso de carrapatos, cachorro com viroses como Parvovirose e Cinomose não são casos de atendimento do CCZ por não se tratarem de zoonoses. Nós não somos centro de descarte de animais. Somos um centro de controle e prevenção de zoonoses”, desabafa o Responsável Técnico.

Leia Também:  Prefeitura implanta sistema Google Workspace para otimizar trabalho do serviço público

MANEJO – A equipe veterinária do setor de monitoramento de zoonoses reforça que os números refletem uma urgência de mobilização social. “Precisamos que a população entenda que o combate ao vetor é a única forma de interromper essa cadeia de transmissão e esse combate é o mesmo que vale para o Aedes aegypti”, reforça o Médico Veterinário.

Como não há campanhas públicas de vacinação em massa contra a leishmaniose voltadas para animais, as diretrizes do Ministério da Saúde focam no manejo ambiental e na proteção individual dos cães. A recomendação técnica principal foca no uso de barreiras químicas e físicas.

“O uso contínuo de coleiras repelentes à base de deltametrina e a limpeza rigorosa de quintais, eliminando folhas e frutos caídos (matéria úmida) são no entanto as únicas barreiras eficientes para proteger as famílias e os pets”, completa.

SERVIÇO – Os moradores que precisarem realizar testes em seus animais ou denunciar focos de alta infestação podem entrar em contato com o CCZ de Várzea Grande em horário comercial, localizado na Rua 42, Bairro Jardim Paiaguás I, ou, pelo (65) 98476-5719.

Fonte: Prefeitura de Várzea Grande – MT

Continue Reading

CUIABÁ

VÁRZEA GRANDE

MATO GROSSO

POLÍCIA

MAIS LIDAS DA SEMANA