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BRASIL

Profissionais do Disque 100 participam de capacitação sobre racismo religioso e intolerância religiosa

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Trabalhadoras e trabalhadores que atuam no Disque 100 participaram, nessa quinta-feira (27), da 8ª edição do Ciclo Formativo da Ouvidoria Nacional de Direitos Humanos (ONDH) – FormaDH. O projeto promove a capacitação dos profissionais sobre temas relacionados aos direitos humanos.

A formação abordou conceitos e procedimentos para o acolhimento e o aprimoramento dos registros referentes às denúncias de racismo religioso e intolerância religiosa efetuadas por meio do Disque 100, com foco na padronização do atendimento e no direcionamento das denúncias.

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Ministrada pela Coordenação-Geral de Promoção da Liberdade Religiosa, vinculada à Secretaria Nacional de Promoção e Defesa dos Direitos Humanos (SNDH), a capacitação detalhou a definição legal de racismo religioso e intolerância religiosa, além de sua relação com a liberdade de expressão.

A Constituição Federal de 1988 fundamentou a atividade: o artigo 5º, inciso VI, dispõe que “é inviolável a liberdade de consciência e de crença, sendo assegurado o livre exercício dos cultos religiosos e garantida, na forma da lei, a proteção aos locais de culto e a suas liturgias”.

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Durante o encontro, ainda foram apresentados indicadores do Painel de Dados da ONDH, além de casos práticos para discussão entre os participantes.

Leia também:

Disque 100 realiza capacitação sobre atendimento à população em situação de rua

Texto: R.B.

Edição: F.T.

Atendimento exclusivo à imprensa:

[email protected]

Assessoria de Comunicação Social do MDHC

(61) 2027-3538

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Fonte: Ministério dos Direitos Humanos e da Cidadania

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BRASIL

Dia Internacional das Vítimas de Desaparecimentos Forçados mobiliza contra a violência e alerta para a sua atualidade

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O Dia Internacional das Vítimas de Desaparecimentos Forçados, lembrado anualmente em 30 de agosto, convida Estados, vítimas, sociedade civil e instituições que atuam na defesa dos direitos humanos a se mobilizarem pela manutenção da memória, por respostas àqueles que ainda seguem no aguardo e por medidas para a não repetição da violência.

Criada pela Organização das Nações Unidas (ONU) em referência ao Dia Internacional dos Detidos/Desaparecidos – que já era comemorado desde 1981 na América Latina e no Caribe, sob organização da Federação Latino-Americana de Associações de Familiares de Detidos-Desaparecidos (FEDEFAM) –, a data também busca conscientizar sobre a contemporaneidade da opressão em todos os países ao redor do mundo.

No Brasil, a ditadura militar (1964-1985) tem sido o exemplo mais palpável do desaparecimento forçado. Ainda hoje, familiares próximos às vítimas do fato histórico e movimentos sociais seguem se organizando e estimulando diversas camadas da sociedade na busca por explicações e dignidade.

O arcabouço normativo internacional relativo ao tema inclui instrumentos como a Convenção Interamericana sobre o Desaparecimento Forçado de Pessoas e a Convenção Internacional para a Proteção de Todas as Pessoas Contra o Desaparecimento Forçado, que estabelecem diretrizes globais de prevenção, cooperação e combate a essa prática.

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Leia também:

Qual o fluxo dado às denúncias de violação de direitos humanos no Disque 100?

Texto: R.B.

Edição: F.T.

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Fonte: Ministério dos Direitos Humanos e da Cidadania

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