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Ministério Público MT

Perícia e imagens vão ajudar polícia a identificar autor de crime em VG

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Imagens de um homem com um galão nas mãos chegando ao terreno em que 12 gatos foram mortos queimados nesta semana em razão de um incêndio, no município de Várzea Grande, vão ajudar a polícia a identificar o suposto autor do crime. Em entrevista concedida à Rádio CBN Cuiabá, nesta quarta-feira (21), a delegada Liliane Murato, que atua na Delegacia Especializada do Meio Ambiente (Dema), disse que foi requerida perícia no local para auxiliar as investigações.

O bate-papo na rádio CBN, que acontece este mês todas as segundas e quartas-feiras, das 9h às 10h da manhã, integra a programação das campanhas de defesa do meio ambiente e da causa animal lançadas pelo Ministério Público do Estado de Mato Grosso e parceiros. As entrevistas relativas às duas temáticas seguirão até a próxima semana.

Segundo a delegada, o terreno servia de abrigo para aproximadamente 50 gatos da região. “Estamos com as imagens e trabalhando para tentar identificar essa pessoa que, a princípio, cometeu crime de maus-tratos, pois estando naquele local dificilmente não teria visto os animais”, destacou a delegada.

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O número de denúncias contra maus-tratos de animais, conforme a delegada, tem aumentado consideravelmente. Por semana, a Dema recebe cerca de 50 denúncias. “Algumas dessas denúncias são repetidas, outras infundadas, mas é certo que as pessoas estão procurando mais a delegacia e realizando denúncias”, observou.

A delegada explicou que a Dema atua em várias frentes de combate aos crimes ambientais. O trabalho inclui o enfrentamento aos crimes contra a fauna, flora, poluição, ordenamento urbano e patrimônio cultural, e nos crimes contra a administração ambiental, como, por exemplo, pesca predatória, maus-tratos de animais, desmatamento, extração ilegal de madeira, inserção de créditos de carbono virtuais, entre outros.

Somente no primeiro semestre deste ano, a unidade especializada da Polícia Judiciária Civil já deflagrou mais de 30 operações para proteção e preservação da fauna e flora dos mais de 900 mil km ² do território mato-grossense.

Assista aqui a íntegra da entrevista

Fonte: Ministério Público MT – MT

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Ministério Público MT

MPMT e Prefeitura alinham ações para desocupação de áreas verdes

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O avanço de ocupações irregulares em áreas públicas situadas nos loteamentos Senador Jonas Pinheiro e Residencial Ilza Therezinha Picoli Pagot foi tema de uma reunião realizada nesta sexta-feira (28) entre o Ministério Público de Mato Grosso (MPMT) e a Prefeitura de Cuiabá. O encontro foi conduzido pela promotora de Justiça Maria Fernanda Corrêa da Costa, titular da 17ª Promotoria de Justiça de Defesa da Ordem Urbanística da Capital, e contou com a participação do Prefeito Abilio Brunini, da Secretária Municipal de Ordem Pública, Juliana Palhares, e de técnicos da administração municipal. Na ocasião, foram discutidas as medidas adotadas para conter novas invasões e garantir a proteção das áreas.Recentemente, o MPMT notificou o Município de Cuiabá para que, no exercício do poder de polícia administrativa, adotasse providências destinadas à desocupação de duas áreas verdes ocupadas irregularmente. Parte da região afetada está inserida em Área de Preservação Permanente (APP), com a presença de nascente difusa. A atuação ministerial considera o crescimento das ocupações em uma área classificada pela Defesa Civil como de alto risco, exigindo medidas preventivas para impedir novas construções e assegurar a preservação ambiental.Segundo a promotora de Justiça Maria Fernanda Corrêa da Costa, a atuação conjunta busca assegurar o cumprimento da legislação urbanística e ambiental. A região já havia sido alvo de ações fiscalizatórias anteriormente. Em abril de 2025, foram realizadas demolições de imóveis em construção e sem ocupação. Já na quinta-feira (27), uma nova operação resultou na demolição de 19 edificações desabitadas erguidas irregularmente na área invadida.De acordo com a secretária Municipal de Ordem Pública, Juliana Palhares, o trabalho da Prefeitura tem sido realizado em consonância com as orientações do Ministério Público. “A ação teve como foco construções sem ocupação identificadas durante o monitoramento da área. Além de famílias em situação de vulnerabilidade, foram encontradas edificações de grande porte e padrão construtivo elevado, evidenciando que parte das ocupações não está relacionada exclusivamente à necessidade de moradia. O Município seguirá adotando medidas para impedir novas invasões e garantir o cumprimento da legislação”, afirmou.A promotora de Justiça Maria Fernanda Corrêa da Costa reforçou que o Ministério Público continuará acompanhando o caso e adotando as medidas extrajudiciais e judiciais necessárias para promover a desocupação das áreas irregularmente ocupadas, assegurar a preservação das áreas verdes e proteger os recursos ambientais existentes na região.

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Fonte: Ministério Público MT – MT

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